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Brasil República

Lista de 16 exercícios de História com gabarito sobre o tema Brasil República com questões da UEMA.


Você pode conferir as videoaulas, conteúdo de teoria, e mais questões sobre o tema Brasil República.




01. (UEMA 2019) A canção O Mestre Sala dos Mares, lançada em 1974, canta um episódio da História do Brasil no início do século XX, a Revolta da Chibata.

Há muito tempo nas águas da Guanabara

O dragão do mar reapareceu


Na figura de um bravo feiticeiro


À quem a história não esqueceu.

Conhecido como o navegante negro

Tinha a dignidade de um mestre-sala.


[...]


Glória a todas as lutas inglórias


Que através da nossa história não esquecemos jamais.


Salve o navegante negro


Que tem por monumento as pedras pisadas do cais.


Fonte: Aldir Blanc e João Bosco. O Mestre Sala dos Mares, 1974.

A Revolta da Chibata representou a insatisfação popular durante o período da chamada República Velha.

Esse movimento, ocorrido em 1910, tinha por propósito

  1. cessar os açgoites aos marinheiros e, principalmente, garantir terras produtivas às populações pobres do interior do país.
  2. acabar com os maus-tratos, especialmente, os castigos corporais, e melhorar os soldos dos marinheiros.
  3. pararcomorecrutamento voluntário de marujose, especialmente, garantira igualdade socialno comando da marinha.
  4. diminuir a desigualdade social na marinha por meio da equivalência dos soldos entre marujos e oficiais.
  5. eliminar a escravidão de marujos na marinha e destituir os oficiais fieis à monarquia.

02. (UEMA 2019)

O texto a seguir mostra realidades vividas e sofridas por crianças durante o período da Ditadura Militar no Brasil (1964-1985), revelando um lado da história, às vezes, pouco comentado.

Todos(as) que sobrevivemos à ditadura militar de 1964/1985, militantes e descendentes, convivemos até hoje com os traumas adquiridos naquela época, independentemente de terem sofrido torturas físicas. Foram tantas as pessoas conhecidas atingidas, presas, torturadas, exiladas, assassinadas e desaparecidas, que a vida continuou, mas marcada pela ditadura militar. E a vida, naqueles longos 21 anos, foi uma tensão permanente. Viver sob terror de Estado, por tanto tempo, é algo realmente difícil de suportar e de descrever. Depois dos anos de chumbo do governo Médici, Ernesto Geisel assumiu a presidência em 197/4 e trouxe uma esperança de retorno à democracia com a abertura política lenta e gradual'.

https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/As-filhas-e-os-filhos-das-vitimas-da-ditadura-militar-no-Brasil/4/30591

Os textos anteriores retratam uma face do Regime Autoritário instaurado no período da Ditadura Militar no Brasil, mas que foi superado, após 21 anos, por uma conjunção de fatores que reunidos desencadearam o processo de

  1. burocratização, com o estabelecimento de novas regras parlamentares e a definição de procedimentos para a execução das atividades na administração pública do Estado.
  2. redemocratização, com a restauração gradual da democracia e do Estado de direito, representadapela eleição, ainda que indireta, de um Presidente da República e pela promulgação da Constituição Federal de 1988.
  3. reconstituição do poder estatal nas mãos das minorias étnicas, que foram massacradas anteriormente e passaram a ter seus direitos reconhecidos e assegurados nos códigos jurídicos.
  4. liberalização de partidos políticos, que garantiram a igualdade na participação direta de todos os cidadãos, no que diz respeito aos encaminhamentos econômicos do país.
  5. redistribuição da renda, por meio de políticas públicas voltadas para a redução das desigualdades sociais e econômicas, centrada no bem-estar da população abastada.

03. (UEMA 2018) A Carteira de Trabalho sempre representou o símbolo máximo da legislação trabalhista. A imagem a seguir é considerada um ícone dessa representação, pois foi a primeira Carteira de Trabalho do Brasil, número 000001, pertencente ao então Presidente da República, Getúlio Dornelles Vargas, durante o Estado Novo.

Em 1943, foi implementada a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que reunia, pela primeira vez, direitos e deveres da classe trabalhadora brasileira.

Além da obrigatoriedade da assinatura da Carteira de Trabalho, também foram conquistados pelos trabalhadores os seguintes direitos:

  1. delimitação da jornada de trabalho máxima de oito horas diárias e criação das férias remuneradas.
  2. implementação da licença-maternidade de seis meses e da licença-paternidade de 20 dias.
  3. acesso direto aos recursos do Fundo de Garantia pelo Tempo de Serviço (FGTS) e estabelecimento do descanso semanal remunerado.
  4. proibição do trabalho infantil e de adolescentes entre 13 e 17 anos e estabelecimento do resgate do saldo do Programa de Integração Social (PIS).
  5. redução da carga horária feminina em função da dupla jornada e obrigatoriedade do pagamento do salário mínimo ao trabalhador doméstico.

04. (UEMA 2018) As imagens a seguir retratam dois momentos inesquecíveis do futebol brasileiro: a conquista do tricampeonato, em 1970, no México; do pentacampeonato, em 2002, na Coreia do Sul e no Japão.

Carlos Alberto Torres (capitão) levanta a taça junto ao Presidente Médici (1969-1974)

As conquistas do futebol brasileiro em 1970 e em 2002 ocorrem em dois momentos marcados por profundas diferenças. O elemento indicado, historicamente, que diferencia esses dois momentos é o seguinte:

  1. a orientação da política econômica - a década de 1970 foi marcada pela não intervenção do Estado; no ano 2002, pela crise do neoliberalismo.
  2. os rumos da política externa - na década de 1970, consolidava-se a aproximação com a União Soviética; e em 2002, com os Estados Unidos.
  3. a condição social da mulher - na década de 1970, houve um retrocesso nas conquistas femininas; em 2002, essas conquistas foram plenamente consolidadas.
  4. a organização política brasileira - na década de 1970, o Brasil vivia o auge da repressão da Ditadura Militar; em 2002, a consolidação da democracia.
  5. a política educacional brasileira - na década de 1970, deu-se a implementação de uma política inclusiva na educação básica, com a ampliação do acesso às escolas públicas, o que foi revertido no ano de 2002.

05. (UEMA 2017) Leia o fragmento do discurso de Juscelino Kubitschek (1956-1960), o “Presidente Bossa Nova”, e analise a capa da Revista Time, 2006.

Texto I

O grande desafio da nossa história estava ali: seria forçar-se o deslocamento do eixo do desenvolvimento nacional. Ao invés do litoral - que já havia alcançado certo nível de progresso -, povoar-se o Planalto Central. O núcleo populacional, criado naquela longínqua região, espraiar-se-ia como uma mancha de óleo, fazendo com que todo o interior abrisse os olhos para o futuro grandioso do país.

Juscelino Kubitschek. Por que construí Brasília. Brasília: Senado Federal/Conselho Editorial, 2000.

Os textos I e II fazem referência ao processo de transformação em curso no Brasil durante o governo Kubitschek, marcado pelo(a)

  1. construção de Brasília como estratégia para promover a integração entre as diversas regiões do país.
  2. estabelecimento do “Plano de Metas” que orientou a ação governamental prioritariamente em direção ao desenvolvimento da produção agrícola.
  3. embate com o governo norte-americano em função da resistência de Juscelino Kubitschek em abrir a economia brasileira ao capital internacional.
  4. inclusão social dos migrantes que se deslocam para a região do Planalto Central em busca de novas oportunidades de trabalho.
  5. transferência da capital federal de Salvador, Bahia, para a cidade do Rio de Janeiro em função da importância da produção cafeeira.

06. (UEMA 2016)

As imagens acima retratam dois momentos singulares da História Política do Brasil: a conjuntura pré-golpe de 1964, momento em que se deu a destituição de João Goulart, e as recentes manifestações contra o atual governo brasileiro. Em comum aos dois processos, destaca-se o apoio à tomada de poder pelos militares.

Identifica-se o seguinte argumento comum às duas manifestações a favor da intervenção militar:

  1. Defesa dos preceitos fundamentais da democracia liberal burguesa, como a liberdade de expressão.
  2. Crítica às políticas públicas, vistas como incapazes de controlar a inflação e promover o desenvolvimento do país.
  3. Defesa do catolicismo e da “família tradicional” como sustentáculos dos valores cristãos da sociedade brasileira.
  4. Incapacidade do Governo Goulart e do Governo Dilma de atender às demandas dos movimentos sociais e das minorias.
  5. Oposição diante da dependência da economia brasileira frente ao capital estrangeiro manifesta na defesa incondicional do nacionalismo econômico.

07. (UEMA 2015) O Governo de Emílio Garrastazu Médici (1969-1974), o terceiro General-Presidente do regime que chegou ao poder por meio do Golpe Militar de 31/3/1964, foi profundamente marcado tanto pelo auge da repressão política quanto pelos elevados níveis de crescimento que ficaram conhecidos como "Milagre Econômico". Tomando como referência essa informação, analise a charge abaixo.

A crítica a um dos desdobramentos do chamado "Milagre Econômico" refere-se à (ao)

  1. concentração de renda.
  2. aumento do êxodo rural.
  3. crescimento dos níveis salariais.
  4. redução dos níveis de desemprego.
  5. elevação da dívida externa brasileira.

08. (UEMA 2014) Milhares de brasileiros – na maioria jovens (e uma minoria de marginais e vândalos) – protestaram no país contra o aumento do preço da passagem de ônibus e aproveitaram para expor a insatisfação com os impostos sufocantes, os gastos públicos abusivos, a corrupção escancarada, a impunidade absurda, a criminalidade desenfreada, a repressão policial, a educação vergonhosa, a saúde precária, a economia frágil, os políticos ineficientes [...].

Fonte: REVISTA VEJA. São Paulo: Abril, ano 46, nº 26, 24 jun. 2013.

Hoje, no Brasil, pode-se observar que a massa tem se manifestado contrária aos feitos políticos, mas nem sempre foi assim. Tivemos um regime de governo no período da Ditadura Militar (1964-1985) que não permitia a manifestação popular

Nesse período denominado Ditadura Militar, o Estado apresenta a seguinte característica:

  1. Participação popular nas decisões políticas.
  2. Meios de comunicação de massa livres.
  3. Inexistência de órgãos de repressão.
  4. Concentração do poder político.
  5. Estado de direito.

09. (UEMA 2013)

A charge acima faz alusão a um momento de endurecimento do regime militar caracterizado pela

  1. convocação do Congresso Nacional e pela promulgação da Constituição de 1967.
  2. dissolução de todos os partidos políticos e pela criação de uma nova legislação partidária.
  3. eleição indireta para governador e vice-governador e pela indicação dos prefeitos das capitais.
  4. cassação de mandatos legislativos e pela aposentadoria compulsória de funcionários públicos.
  5. criminalização das manifestações políticas e pela perseguição aos opositores do Regime.

10. (UEMA 2014) "As praias do Brasil ensolaradas

O chão onde o país se elevou

A mão de Deus abençoou

Mulher que nasce aqui tem muito mais amor

O céu do meu Brasil tem mais estrelas

O sol do meu país mais esplendor

A mão de Deus abençoou

Em terras brasileiras vou plantar amor

Eu te amo, meu Brasil, eu te amo

Meu coração é verde, amarelo, branco, azul-anil

Eu te amo meu Brasil, eu te amo

Ninguém segura a juventude do Brasil [...]"

Fonte: Dom & Ravel. Eu te amo, meu Brasil. Disco: Eu te amo, meu Brasil. Rio de Janeiro: RCA Victor, 1970.

A ditadura civil-militar, instalada no Brasil em 1964, valeu-se de alguns artistas e de sua produção musical como instrumentos de propaganda do regime. A letra da música, gravada por uma banda de muito sucesso à época (Os Incríveis), faz referência a um país do/da

  1. milagre econômico.
  2. Tropicalismo.
  3. Bossa Nova.
  4. democracia.
  5. catolicismo.

11. (UEMA 2014)

Elaborado pelo engenheiro Fróes Abreu, em 1929, o mapa Principaes vias de comunicação do Maranhão (à direita) apresenta as vias de comunicação do Maranhão e os projetos em andamento. Com base em sua leitura, observa-se, para aquele momento, que a navegação fluvial

  1. subsidiava o transporte rodoviário.
  2. integrava distintas regiões do Estado.
  3. impedia o desenvolvimento de ferrovias.
  4. comprometia os deslocamentos, por ser sazonal.
  5. compunha um sistema de transportes articulado.

12. (UEMA 2014) Nos primórdios de sua ocupação, o território correspondente ao sertão maranhense teve sua organização produtiva baseada em latifúndios e na pecuária extensiva. Contudo, desde 1990, boa parte de sua espacialidade é ocupada com a produção sojícola em detrimento da agricultura familiar. Os produtores de soja foram atraídos para a região conhecida por Gerais de Balsas.

Um desses fatores de atração foi

  1. escoamento facilitado pela proximidade dos portos.
  2. a oferta de mão-de-obra qualificada na região.
  3. a produtividade, sem uso de fertilizantes.
  4. a localização geográfica privilegiada.
  5. acesso a terras baratas.

13. (UEMA 2014) "Varre, varre, varre vassourinha!

"Varre, varre, varre vassourinha!

Varre, varre a bandalheira

Que o povo já ‘tá' cansado

De 'sofrê' dessa maneira."

Disponível em: http//:letras.mus.br/. Acesso em: 26 jul. 2013.

Não é de hoje que os nossos políticos prometem “varrer a bandalheira” do país. Esses versos fizeram parte das campanhas eleitorais que levaram à presidência da república um desses personagens, chamado

  1. Eurico Dutra.
  2. João Goulart.
  3. Getúlio Vargas.
  4. Jânio Quadros.
  5. Juscelino Kubitschek.

14. (UEMA 2013) No final do século XIX, o município de Grajaú e quase todo sertão maranhense viveu uma rebelião política. Para o governo do Estado, o estopim foi o assassinato do promotor público Estolano Polary. Para os sertanejos, era uma disputa pelo controle político da região. Benedito Leite enviou forte contingente policial que praticou desmandos e atrocidades contra a população.

CABRAL, M. do S. Caminhos do gado: conquista e ocupação do sul do Maranhão, 1992 (adaptado).

O texto é uma referência a conflitos vividos no interior do Maranhão e conhecidos como

  1. Balaiada.
  2. Guerra do Léda.
  3. Rebelião do padre João de Boa Vista.
  4. República de Pastos Bons.
  5. Setembrada.

15. (UEMA 2011) O processo de abertura política (1979-1985) que deu fim ao regime militar no Brasil foi lento e gradual como queriam os setores conservadores do país.

Marque a opção que corresponde a acontecimentos desse momento da chamada Redemocratização.

I – A Lei de Anistia aprovada pelo Congresso Nacional que absolvia os crimes políticos e permitia a volta dos exilados.

II – Os atos atribuídos aos militares linha dura, a exemplo do atentado à bomba do Riocentro, demonstrava a reação de setores militares contrários à Redemocratização.

III – A campanha das “Diretas Já”, organizada inicialmente pelas organizações partidárias de esquerda, teve grande repercussão nacional e mobilização popular.

IV – A eleição direta, com grande apoio popular, elegeu o político mineiro Tancredo Neves para presidente da República.

V – O surgimento de novos partidos políticos, a exemplo dos Partidos ARENA (Aliança Renovadora Nacional) e MDB (Mobilização Democrática Nacional), contribuiu para o fortalecimento democrático.

Pode-se afirmar que

  1. todas as opções estão corretas.
  2. somente a opção V está errada.
  3. somente a opção IV está correta.
  4. somente as opções I e III estão corretas.
  5. somente as opções I, II e III estão corretas.

16. (UEMA 2010)

O cartaz acima foi utilizado na comemoração da Semana da Pátria em 1971, na época do governo de Emílio Garrastazu Médici (1969-1974). Sobre esse governo, é correto afirmar que houve

  1. crescimento nos salários e um clima de euforia econômica, ao mesmo tempo em que eram realizadas grandes obras, como a Transamazônica e a construção da hidroelétrica de Itaipu, com repressão à luta armada (“ordem e progresso”).
  2. crescimento econômico conjugado com uma distribuição de renda mais justa e aumento na expectativa de vida no território nacional, o que, para muitos, compensava a falta de liberdade política, daí o slogan “ninguém segura este país”.
  3. crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), importação de máquinas e modernização da produção, o que era a expressão de uma melhor divisão de renda entre ricos e pobres no país, gerando otimismo (“ninguém segura este país”).
  4. crescimento da produção, aumento do endividamento externo e achatamento dos salários, de forma que o slogan “ninguém segura este país” foi utilizado como propaganda do regime militar sem ter proporcionado a estabilidade econômica esperada.
  5. crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), mas aumento do endividamento externo, o que ficou conhecido como “Milagre Econômico”; a renda do trabalhador cresceu e por isso as greves diminuíram, daí o slogan “ninguém segura este país”.

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